Mais de 200 crianças estiveram na última edição do Projeto Semente de Inovação, em parceria com a escola de robótica Manaós Tech, realizada neste sábado (8), no Studio 5, na Zona Sul de Manaus. Crianças entre 9 e 12 anos participaram de uma oficina prática de criação de aplicativos de educação, além de uma amostra tecnológica com exposição dos trabalhos dos alunos da instituição. O objetivo do evento é despertar nas crianças, o interesse pela tecnologia e pela inovação junto a criatividade.

O evento foi dividido em duas fases. A primeira foi realizada das 13h às 15h deste sábado (8), trata-se da oficina “Meu primeiro jogo digital”, do Projeto Semente de Inovação, que trabalha com crianças de escolas públicas da capital.

“Essa oficina foi disponibilizada para 20 crianças de escolas públicas de Manaus. Eles têm essa oportunidade de aprender o que eles não têm conhecimento na escola. A gente seleciona essas crianças, traz pra cá e ensina as questões ligadas a tecnologia e inovação”, explicou a analista de sustentabilidade do Grupo Rede Amazônica, Rafaele Nascimento.

Alunos de escolas públicas participam do projeto "Semente de Inovação" — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Alunos de escolas públicas participam do projeto “Semente de Inovação” — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Após a realização da oficina com os alunos das escolas públicas, aconteceu uma amostra tecnológica dos trabalhos dos alunos da escola de robótica Manaós Tech. Todos os trabalhos que foram projetados durante o ano foram expostos ao público, para que houvesse uma competição para a escolha do trabalho tecnológico do ano.

O estudante, Emanuel Vitor, de 13 anos, aluno da escola de robótica, apresentou um trabalho, junto aos colegas, que envolve tecnologia e inovação. Ele foi premiado com uma medalha. O adolescente relata que o projeto surgiu por meio de uma brincadeira com os amigos e recebeu um convite para participarem da competição, realizada hoje.

“A gente fez um projeto sobre os astronautas. O que eles fazem, o que poderia ajudar eles na sobrevivência deles no espaço. O nosso robô ajudaria os astronautas em cultivo de plantas, armazenamento de oxigênio e outras questões”, relatou.

Estudante Emanuel Vitor de 13 anos mostra sua medalha por conta do trabalho desenvolvido  — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM Estudante Emanuel Vitor de 13 anos mostra sua medalha por conta do trabalho desenvolvido  — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Estudante Emanuel Vitor de 13 anos mostra sua medalha por conta do trabalho desenvolvido — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

O diretor da escola de robótica Manaós Tech, Glauco Aguiar, contou que os alunos até já tiveram projetos disponibilizados em plataformas para o público.

“Os alunos estudaram durante o ano inteiro, disciplinas como empreendedorismo, robótica, programação e criação de jogos. A gente faz com que as aulas sejam muito práticas. Praticamente em todas as aulas, eles [alunos] fazem parte de um projeto ou elaboram algum tipo de projeto, e ao final do ano, a gente faz essa grande festa para eles exporem para o mundo os projetos. A gente já teve, inclusive, publicado no Google Play, na internet. Os alunos gostam de resolver os problemas dos pais, dos amigos, usando a tecnologia”, finaliza.



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