E foi aberta uma vaga de F1 para George Russell. O piloto da Academia da Mercedes e provável campeão da F2 em 2018 foi confirmado como titular da Williams para a temporada 2019 em comunicado oficial divulgado na manhã desta sexta-feira (12). 

Russell faz um ano impressionante na F2. Assumiu o controle do campeonato quando todos os holofotes estavam sobre Lando Norris – que será titular da McLaren no ano que vem – e abriu vantagem. Precisa de apenas três pontos em duas corridas para fechar o segundo ano seguido com título de categoria-satélite – ele também faturou a GP3 em 2017.

O inglês tem 20 anos e tem impressionado os times da F1, mas não estava claro se haveria uma brecha para que ele fizesse o salto para a mais popular categoria de monopostos do mundo já no ano vindouro.

“É uma grande honra me juntar à equipe Williams, seu prestígio e herança. A F1 é meu sonho da vida toda. Desde assistir corridas quando era criança [até agora], a sensação é surreal em saber que eu vou estar no grid junto a pilotos que admiro há anos”, disse no anúncio.

George Russell é da Williams (Foto: Williams)

“Estou incrivelmente animado para começar a trabalhar com todos em Grove e dar meus primeiros passos como piloto da F1. Não posso esperar para chegar a Melbourne no ano que vem e alinhar com a Williams para o começo de uma parte esperançosa da jornada”, afirmou.

Claire Williams, a chefe-adjunta da equipe que leva seu sobrenome, destacou o respeito que Russell já tem na F1 e elogiou seu novo comandado.

“Estou deliciada em anunciar que George Russell vai se juntar à Williams para a temporada 2019. Sempre tentamos promover e desenvolver talento jovem na Williams, e George se encaixa perfeitamente nessa descrição. Ele já é muito respeitado no paddock. É um piloto cuja carreira temos acompanhado há algum tempo”, avaliou.

“Pelo tempo que passamos com ele até agora, acreditamos que será um encaixe ótimo com o time. Seu comprometimento, paixão e dedicação são exatamente do que precisamos para aproveitar o bom momento que queremos desenvolver em Grove enquanto focamos no futuro. Estamos extremamente animados em receber George e trabalhar com ele”, seguiu.

George Russell venceu em Sóchi (Foto: FIA F2)

Russell é inexperiente no volante de F1, mas não se trata de um estranho completo. Ainda em 2017, guiou a Mercedes no teste coletivo de meio de temporada na Hungria e, aí com a Force India, participou do primeiro treino livre no fim de semana do GP do Brasil. Em 2018, andou novamente pela Force India nos testes de Barcelona e com a Mercedes na Hungria, onde liderou.

Ao menos uma porta estava aberta no time de Grove, que vai perder Lance Stroll para a Force India em 2019 – agora Russell ocupa este espaço. O atual titular Sergey Sirotkin, o reserva Robert Kubica e o russo da F2 Artem Markelov estão no páreo. Esteban Ocon, que não terá vaga na Force India, corre por fora, mas é provável que se concentre apenas no papel de reserva da Mercedes.



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